Fórmula 1     IndyCar  Fórmula GP2   
 World Series     A1 GP
Entrevistas          Fórum          Chat          Promoção           Colunas          Matérias Especiais
Comunidade Orkut Soloformula1 P�gina principal Contato
Agenda da Semana

30/08 - World Series
Nurburgring, Alemanha
09h20

31/08 - World Series
Nurburgring, Alemanha
09h20

31/08 - IndyCar Series
Detroit, EUA
16h30 - Bandsports

Automobilismo na TV
Mailing List

Parceiros

Venda de produtos da marca MOMO
 

Buddy Rice








Buddy Rice, campeão das 500 Milhas de Indianápolis, falou com exclusividade ao site SuperLicença.





SuperLicença - Como foi o início da sua carreira?
Buddy Rice - Meu pai era um piloto de dragster. Ele venceu várias corridas nas classes Modified e Super Stock. Eu comecei no kart e jogando baseball. Quando eu tinha 15 anos, eu tive que me decidir. Meu pai disse: automobilismo ou baseball. Eu me decidi pelo automobilismo. Era onde eu era melhor.

SL - Quais foram as maiores dificuldades que você enfrentou no início da sua carreira?
BR - Encontrar patrocínio é sempre o mais difícil. Meus pais me apoiaram durante o kart por um tempo. Então, tivemos que conseguir dinheiro para correr. Felizmente, eu venci algumas corridas e campeonatos, e algumas empresas me ajudaram. As senhoras na Lynx Racing me ajudaram a ir par os carros, assim como o jogador de baseball Robin Yount, do "Hall of Fame".

SL - Como você analisa esta temporada?
BR - Considerando que estava no carro apenas até o retorno do Kenny Brack, foi muito boa. Eu estava apenas fazendo uma corrida de cada vez, até o Kenny estar bem novamente. Mas depois que venci em Indianápolis e o Kenny não estava pronto, então me concentrei no resto do ano e na possibilidade do campeonato. Não conseguimos o título, mas considerando o que eu achei que poderia acontecer em 2004, terminar em terceiro é muito bom.

SL - Como foi vencer as 500 Milhas de Indianápolis após um início de temporada difícil?
BR - A temporada começou boa para nós com a pole em Homestead. E, se não tivesse o pneu furado, era rápido para vencer lá. Mas, em Indianápolis, não éramos o centro das atenções. Sabíamos o que tínhamos com carro, motor e equipe. Mas a Penske tinha vencido três anos seguidos e as equipes Andretti Green e Ganassi são fortes e famosas. Então, todos estavam olhando para elas. Mas foi especial conquistar a pole, vencer o desafio do pit stop e a corrida. Foi a primeira vez que alguém fez isso desde Rick Mears, em 1988. Então sim, foi muito especial para todos na Rahal Letterman Racing.

SL -Você estava sem equipe no final da temporada passada. Então você foi para a Rahal Letterman e venceu as 500 Milhas de Indianápolis. Como você vê esta grande mudança na sua carreira? O que você aprendeu com todas as dificuldades que enfrentou neste período?
BR - Eu tive a oportunidade de ir para categorias diferentes - NASCAR Trucks, Sports Cars e outras -, mas queria continuar no monoposto. Eu sentia que não tinha ido bem em 2003 e que não tinha feito tudo o que podia na IRL. Bobby (Rahal), Scott Roembke (diretor geral da Rahal Letterman) e eu conversamos sobre um segundo carro, com o Kenny Brack, se conseguíssemos patrocínio para isso. Mas com o acidente grave do Kenny, eles precisavam de alguém imediatamente, e eu sabia que eles tinham uma boa equipe. Então, eu queria mostrar o que eu podia fazer com uma equipe forte. E tudo deu certo para mim. A história é como a de muitos pilotos. Eles apenas precisam de uma boa chance para mostrar seu desempenho. Foi o que aconteceu comigo em 2004.

SL - O que você teria feito de diferente para conquistar o título este ano?
BR - Tony (Kanaan) fez uma temporada espetacular. Não ter um pneu furado ou qualquer problema em uma corrida é extraordinário. Esta equipe (Andretti Green) fez um grande trabalho. Mas, sem alguns incidentes, poderíamos ter feito também. Eu estava liderando em Homestead e o pneu furou. Estava próximo do Danny (Wheldon) e do Tony em Motegi e tivemos um problema mecânico. Eu bati na primeira corrida do Texas quando estava em segundo. Liderei a maior parte da corrida em Nashville e tive que trocar o bico do carro (devido a um contato com Wheldon) e cai para o final do grid. Bati em Chicago também. Isso, com certeza, não ajudou. Fomos fortes no meio da temporada, mas o recorde do Tony (de terminar todas as etapas) é o melhor que já tivemos e seria muito difícil superá-lo.

SL - O que você espera da próxima temporada?
BR - No ano passado, eu era piloto substituto e não sabia do meu futuro no automobilismo de monoposto ou com a Rahal Letterman Racing. Agora, em 2005, eu assinei um contrato com a equipe e temos grandes patrocinadores e um grande motor na Honda. Traçamos nosso objetivo de vencer corridas e o campeonato. Chegamos perto este ano. Então eu não sinto que estes objetivos estão fora do alcance. Acreditamos que estaremos brigando pelo campeonato.

SL - Quem você acredita que serão seus maiores rivais na briga pelo campeonato? Você acredita que a Toyota pode alcançar a Honda no próximo ano?
BR - Bem, temos que considerar o Tony, o Danny e toda a equipe Andretti Green ou qualquer uma das equipes da Honda. Meu companheiro de equipe, Vitor (Meira) estará muito forte em 2005. Mas eu também acredito que as equipes da Toyota voltarão com programas fortes. A Penske e a Ganassi são equipes que já venceram campeonatos, então você não pode descartá-las. Olhe para a Toyota no final da temporada de 2004. O Hélio (Castroneves) conquistou quatro poles seguidas e venceu a última corrida. É por isso que a IRL IndyCar Series é a categoria mais competitiva do mundo!

SL - Como é seu relacionamento com seu companheiro de equipe?
BR - Vitor e eu nos damos muito bem. Em 2005, teremos a Danica Patrick como novata. Mas a Danica tem sido rápida nos testes. Estou certo de que o Vitor e eu estaremos ajudando a Danica este ano. O Vitor é uma ótima pessoa e um excelente piloto. Corremos lado a lado muitas vezes este ano, incluindo o final apertado no Kansas. Então, acho que temos uma boa equipe aqui na Rahal Letterman Racing.

SL - Quem é seu ídolo?
BR - Ayrton Senna. Ele era o melhor.

SL - O que você faz antes de uma corrida?
BR - Apenas relaxo um pouco. Converso com amigos. Mas, normalmente, estamos fazendo exposições para os patrocinadores, então não há muito tempo para isso antes das corridas.

SL - Qual é a sua pista favorita?
BR - Esta é fácil. Indianápolis. É a maior pista de corrida do mundo. Mas há outras que eu gosto também.

SL - O que você gosta de fazer quando não está correndo?
BR - Eu gosto de andar de kart ou moto. Ando de mountain bike também. É divertido. Gosto de trabalhar nos meus carros de passeio e sair com minha noiva e meus amigos. Isso me relaxa. No inverno, vou esquiar ou andar de snowboard. Não há tempo para isso durante a temporada. Eu também gosto de fazer ginástica e me manter em forma.

 

 
ENTREVISTA EXCLUSIVA

Giorgio Pantano, atual líder da Fórmula GP2


ANIVERSARIANTES DO MÊS

06 – Vitantonio Liuzzi
09 – Luca Filippi
11 – Lucas Di Grassi
11 – Pippa Mann
19 – Mike Conway
25 – James Rossiter
25 – James Walker
27 – Mark Webber

APOIO





© 2007 Copyright - Todos os direitos reservados
O conteúdo deste site não pode ser reproduzido sem autorização prévia.

Powered by NetPublish CMS