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Wade Cunningham









Wade Cunningham, campeão da Menards Inifniti Pro Series, falou com exclusividade ao SuperLicença.









SuperLicença - Como foi o início da sua carreira?
Wade Cunningham - Quando eu tinha 10 anos de idade, o escritório do meu pai era na mesma rua que uma pista de kart. Quando ele trabalhava nos finais de semana, costumávamos visitá-lo, mas, no final, acabávamos olhando a pista.

SL - Quais foram as dificuldades que você enfrentou no começo?
WC - Tenho que admitir que tudo acabou sendo fácil de conseguir.

SL - Como foi conquistar o campeonato com uma vitória na última corrida?
WC - Isso com certeza tornou o título melhor para mim e também para a equipe. Foi a primeira vitória na categoria para nós dois. E também validou todo o ano, já que estávamos sempre na frente, mas a vitória sempre escapava.

SL - Você teve uma ótima temporada, mas a vitória só veio na última corrida. Havia alguma pressão para conseguir esta vitória?
WC - Ninguém ao meu redor me colocou nenhuma pressão, mas eu sempre queria vencer. O ano acabou sendo assim porque, após Indy, estava claro que poderíamos brigar pelo campeonato, então eu corri assim. É difícil correr pela vitória quando você tem muito mais a perder do que as outras pessoas que estão na sua frente.

SL - Por que você decidiu ir para os Estados Unidos? Scott Dixon teve alguma influência na sua decisão?
WC - Quando eu decidi ir para os Estados Unidos, no começo de 2004, eu não conhecia o Scott pessoalmente. Mas eu escolhi ir para lá porque pensei que, na minha situação, poderia ter uma carreira melhor nos Estados Unidos do que na Europa. Acredito que há mais chances e oportunidades nos Estados Unidos.

SL - A IndyCar Series é seu objetivo maior ou você quer ir para outra categoria?
WC - Sim, no momento meu objetivo é correr na IndyCar Series. Para mim, é a categoria de ponta para monopostos nos Estados Unidos.

SL - Quais são os seus planos para a próxima temporada?
WC - Nada está finalizado ainda, mas eu estarei correndo com certeza.

SL - Você gostou de correr na Granja Viana este ano aqui no Brasil? Você voltaria novamente?
WC - Toda a semana no Brasil foi uma grande festa. Ficamos lá por uma semana e foi muito divertido. Se eu tiver chance, correria novamente.

SL - Quem é seu ídolo no automobilismo?
WC - Eu não tenho nenhum.

SL - O que você faz antes de uma corrida?
WC - Eu apenas me preparo mentalmente, fico pronto para a corrida, converso com meu engenheiro e meu spotter e entro no carro o mais cedo possível.

SL - Qual é a sua pista favorita?
WC - Watkins Glen foi a pista que eu mais gostei este ano. Há muitas curvas rápidas e longas que realmente separam os pilotos. Eu achei ela muito recompensadora.

SL - O que você gosta de fazer quando não está correndo?
WC - Durante a temporada, eu treino muito no Pitfit Training. Eles são um serviço de treinamento pessoal para pilotos. Podemos passar cerca de 20 horas por semana treinando, desde natação até trabalho de ginástica, treinamento de reação e ciclismo.

 

 
ENTREVISTA EXCLUSIVA

Oriol Servia, piloto da KV Racing na IndyCar Series


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