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O piloto brasileiro Felipe Giaffone volta a IRL IndyCar Series, onde disputa sua quinta temporada na categoria pela equipe A.J. Foyt. Depois dos testes iniciais, realizados no mês passado em Phoenix, Felipe falou com exclusividade ao SuperLicença sobre as expectativas para este ano.
SuperLicença - Depois dos testes em Phoenix, como está sua motivação para esta temporada? Felipe Giaffone - Depois de Phoenix, deu para perceber que a temporada vai ser muito disputada. Foi o meu primeiro contato com a equipe (pois Indianápolis eram outras pessoas que estavam no meu carro). É uma equipe pequena, com poucas pessoas, mas o A.J. conhece muito do carro e, apesar de ser pequena, acho que ela tem uma base boa. Acho que andarei melhor nos ovais grandes do que nos pequenos, e os mistos acho que vai ser difícil, pois a equipe não tem experiência neste tipo de pista.
SL - Qual foi a sua primeira impressão do motor Honda? FG - Senti bem mais potência neste motor Honda do que no Toyota que andei o ano passado. E olha que o pessoal da Honda falou que tiraram bastante potência em relação ao ano passado! As provas serão bem mais disputadas, pois você vai ter equipes como Ganassi e Penske, que estavam fora das disputadas pois não tinham um motor competitivo. Acho que elas, mais a (Andretti) Green vão ser as favoritas.
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SL - A.J. Foyt tem uma fama de ser uma pessoa difícil de trabalhar. Você correu com ele nas 500 Milhas de Indianápolis. Como foi essa relação? FG - Sempre ouvi falar isto do A.J. Até agora, estamos nos dando muito bem. Ele realmente tem um jeito de trabalhar um pouco diferente, mas é uma pessoa de uma índole muito boa. Em Indianápolis, tive pouco contato com ele, pois estava no carro do neto o tempo todo.
SL - Como é voltar para os Estados Unidos após um ano correndo no Brasil? Quais seus objetivos para o futuro? FG - Para mim, foi uma surpresa muito grande voltar para os Estados Unidos. Estava com tudo pronto para ficar no Brasil, cuidando da Stock Jr. e correndo na F. Truck, mas tudo mudou quando o A.J. me ligou. Contratamos no Brasil duas pessoas para ficarem no meu lugar na Stock (Beto Gardano, que estava na Mitsushi, e o Affonsinho Giaffone, meu primo), então acho que a Stock Jr vai estar muito bem representada. Estou indo de ano em ano, não sei o que vai acontecer ano que vem, mas não tenho medo de nada. Se ficar aqui, estarei feliz, mas acho que no Brasil estarei muito feliz também.
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