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Divulgação |
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Um imã do tamanho de uma bateria de relógio de pulso, e que provavelmente seja uma das peças mais baratas de um Champ Car, impediu que o brasileiro Antonio Pizzonia (Rocketsports) conseguisse uma boa posição no grid de largada para o GP de Long Beach, última prova da história da categoria, que será disputada amanhã na Califórnia (EUA). "
Carro de corrida é assim, de vez em quando nos prega alguma surpresa, nem sempre agradável", desabafou o amazonense, que vai largar da sétima fila, na 14ª posição.
No início da segunda sessão classificatória, Pizzonia saiu com o seu primeiro jogo de pneus macios novos, mas duas interrupções da prática com bandeira vermelha destruíram suas chances de alcançar uma boa marca. Faltando 7 minutos para o encerramento do treino, a Rocketsports mandou o brasileiro para o circuito com o segundo jogo de pneus, para fazer a sua última tentativa. Porém, neste momento o volante do monoposto, que é um verdadeiro computador, apresentou um problema eletrônico que reduzia as marchas sozinho. "O carro ficou maluco. Quando a carga no acelerador era de menos de 20%, ele mandava uma informação errada e o câmbio selecionava as marchas para baixo. Depois a equipe verificou que o que causou isto foi um imã, do tamanho de uma moedinha de cinco centavos de real, e que talvez custe isto. Mas foi capaz de estragar nosso plano de largar entre os dez primeiros".