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Graham Rahal

Por: Flávia Mayrink








Graham Rahal, piloto da equipe Newman/Haas/Lanigan na IndyCar Series, falou com exclusividade ao SuperLicença.







SuperLicença - Como foi o começo da sua carreira?
Graham Rahal - Foi uma aposta. Você tem altos e baixos quando você começa a tentar o automobilismo. Nunca é fácil, especialmente tendo o nome Rahal. Com certeza há mais pressão, mas tive muitos momentos divertidos e emocionantes.

SL - Como seu pai influenciou sua carreira?
GR - Ele teve um forte impacto na minha carreira, como esperado. Ele assumiu o comando sobre quais direções iríamos tomar no ano seguinte até eu chegar a Champ Car, em 2007.

SL - Como foi vencer em St. Petersburg, sua primeira corrida na IndyCar?
GR - Foi um sonho se tornando realidade. Conquistar o recorde de ser o mais jovem vencedor e vencer a minha primeira corrida foi incrível. Foi uma ótima experiência. Agora, preciso fazer isso novamente!

SL - Como você analisa a última temporada, com a unificação da IndyCar e Champ Car?
GR - Foi ótimo termos todos juntos novamente. Agora, precisamos olhar para a frente e continuar o momento que construímos. Temos ótimos nomes, pilotos e pessoas na categoria para torná-la um sucesso.

SL - Você acredita que este ano as equipes vindas da Champ Car terão o mesmo desempenho que as da IndyCar?
GR - Acredito que sim. Acho que todas as equipes têm muito mais experiência e todos deverão poder brigar por vitórias e ser competitivos em todos os circuitos.

SL - Como é correr contra a equipe do seu pai?
GR - É emocionante e divertido. É bom vê-los lá todos os fins de semana e, claro, se eu não puder vencer, gosto de vê-los indo bem.

SL - Você disputou as 500 Milhas de Indianápolis pela primeira vez em 2008. Como foi a experiência?
GR - Foi emocionante estar lá e fazer parte disso. É um sonho se tornando realidade, após assisti-la por tantos anos. Infelizmente, ela acabou cedo demais para mim.

SL - Como foi ter Paul Newman como seu chefe de equipe?
GR - Ele foi um homem incrível, de quem sentimos muita falta, e sempre será assim. Ele é um modelo de homem com o qual pude conviver.

SL - Como foi correr em Daytona no ano passado, sendo o piloto mais jovem do grid?
GR - Foi legal fazer parte da corrida também. Corri lá três vezes, sendo pole position em duas, mas nunca a venci. Vou continuar tentando.

SL - Como foi fazer a exibição nas ruas de Las Vegas em um carro de Fórmula 1 pela BMW Sauber?
GR - O carro de Fórmula 1 era incrível, e foi muita generosidade da BMW me dar essa chance. Agora, quero experimentar um pra valer.

SL - Qual foi sua impressão sobre a A1 GP, onde você defendeu o Líbano?
GR - Foi uma ótima experiência, mas a categoria em si é uma péssima maneira de julgar os pilotos. Sinto que os carros não são bons para mostrar o melhor talento de cada país.

SL - Qual a sua expectativa para a temporada deste ano?
GR - Quero vencer. Quero brigar pelo campeonato, e terminar entre os cinco primeiros seria ótimo.

 

 

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