Curitiba: batida na primeira volta (13/11/03) Caros autonautas,
Não foi fácil, mais uma vez!!! Curitiba parece que me traz má sorte!
Como andamos pelo anel externo, a diferença entre os pilotos diminui muito. Com a média horária perto dos 180 km/h, você tem que ser muito constante e preciso. Afinal, são apenas duas curvas e a diferença de acertos é muito pequena. Tão pequena que para achar um acerto que se sobressaia dos demais têm que suar.
Considero que fui bem nos treinos livres. Conseguimos andar entre os 12 primeiros quase sempre. Na classificação, acho que erramos na calibragem dos pneus. Divergência entre eu e o Amadeu (Hot Car). Para mim, poderíamos ter saído com a calibragem mais baixa. Conseqüência: 21º na classificação. Com diferença de apenas 0,6 décimos de segundo do 1º colocado.
A corrida, bem a corrida para mim foi curta: larguei bem, quando cheguei ao final da reta, percebi uma confusão na frente. Tentei desviar e consegui sair da batida do André Giaffone e do Muffato. Mas perdi algumas posições. Logo em seguida na curva da vitória mais batidas, Popó e mais alguém saíram na brita. Logo a minha frente, vinha Paulo Gomes. Tracionei melhor que ele e coloquei por dentro na entrada da reta principal. Quando estávamos na altura do meio da reta, eu já tinha mais de meio carro de vantagem sobre ele. Fui tocado, perdendo o controle do carro a mais de 200 km/h na reta principal. Resultado: batida frontal com a mureta do lado de fora da pista. Graças a Deus não tive lesões maiores, apenas algumas escoriações e algumas costelas doloridas. Aliás, batidas é o que não faltou nesta etapa.
Mas o mais importante vocês vão saber em 1ª mão: em 2004, estarei com patrocinadores novos. Sai a Neoquímica (que me patrocinou só por 01 ano), e entra uma nova indústria farmacêutica. Além de um grande fabricante de produtos alimentícios. Sem esquecer que o meu maior incentivador, o GOVERNO DE GOIÁS, continuará nos apoiando, agora com mais força do que nunca.
Quem apostar, com certeza não vai perder. Palavra do Giuseppe.
Abraços a todos (inclusive as meninas superpoderosas), e até a próxima.
Giuseppe Vecci Giuseppe Vecci, 29 anos, mora em Goiânia e faz sua estréia na Stock Car V8, pela equipe Massageol/Hot Car, após ter disputado a Stock Car Light em 2002. stockcar@superlicenca.com.br
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