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Thais Nunes |
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Daniel Landi |
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E, assim como Rafael, outros dois pilotos também vieram do monoposto para a Stock Car V8 Light. Daniel Landi, vice-campeão da Fórmula 3 Sul-Americana Light em 2002, dirigiu um dos carros da Carreira Motorsport. "Estou muito contente, a categoria é muito profissional, tem muita visibilidade e os carros são bem fortes. Acho que cada ano que passa, a Stock Car vem provando que é a categoria mais forte do país", declara, assumindo que o início foi difícil. "Mas a cada corrida que passa, aprendo mais e me acerto com o carro. É totalmente diferente de um monoposto", completa Landi, que foi assíduo freqüentador dos pódios da categoria.
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Thais Nunes |
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Paulo Salustiano |
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Quem também não tem o que reclamar da Stock Car é Paulo Salustiano, que disputou paralelamente o campeonato de Fórmula Renault Brasileira. O piloto venceu três vezes na Light, onde também conquistou a primeira pole de toda a sua carreira. "Eu sempre admirei a categoria, que é muito competitiva. Até que surgiu a oportunidade de correr aqui", disse o paulista, que adorou a experiência. "É muito legal, melhor do que eu esperava. O nível é muito bom e a competitividade é grande. É um evento nota 10". Salustiano admite que antes de entrar nas pistas, conversou com quem entendia do assunto. "Eu esperava ser mais difícil, então pedi conselhos para vários pilotos".
Para estes pilotos, que saíram direto de um fórmula para um carro de turismo, na maior parte sem nenhuma experiência anterior, a mudança foi grande, mas não tão difícil quanto pensavam. "A minha experiência era só em Daytona. Nunca tive contato com este tipo de carro, que é cheio de manha para guiar, mais pesado, motor não tão potente quanto o de um fórmula. O acerto também é mais difícil de tudo o que eu já tinha feito", comentou Daré. "É mais difícil de encontrar o limite do carro. O acerto também. O nível aqui é muito bom, então acertar o carro é difícil", completa Moro.
Ebrahim afirma que é mais fácil vencer estando em um fórmula do que em um Stock Car. "É muito difícil você ganhar uma corrida, tem que estar com o carro muito bem acertado, muito bem equilibrado". Já Landi estranhou a posição do banco. "Primeiro, estranhei a posição. O piloto senta praticamente no banco de trás do carro e a visibilidade é muito ruim. Depois senti muita diferença de freio e contorno de curvas, mas aos poucos fui entendendo o jeito de guiar o carro". Orsi e Jader concordam: "a visibilidade é bem pior. Para frear é bem mais difícil", disse Orsi. "A distância entre o eixo das rodas e o peso foram o que mais senti em termos de diferença, além da visibilidade, que é bem menor do que o fórmula", comentou Jader.
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