Saudades do Brasil
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Divulgação |
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Danilo Dirani na Fórmula 3 Inglesa |
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Morar longe de casa a princípio pode parecer uma boa coisa. Mas, à medida que o tempo passa, a saudade aumenta e os valores às pequenas coisas passam a ser imensos. "Confesso que quando voltei ano passado ao Brasil até senti prazer em entrar naquelas discussões bobas de trânsito!!", brinca Danilo Dirani, que vêm ao país com pouca freqüência e por pouco tempo. "Admito que isso faz muita falta. Sinto falta do que é o Brasil, da atmosfera, do clima em relação às pessoas, lugares. Você acha de tudo a qualquer hora. Temperatura sempre boa, comida boa em qualquer lugar que você vá. E sinto bastante falta, lógico, de família, amigos... Até porque você fica sozinho aqui, então acaba sentindo bastante falta sim das pessoas. E não podia deixar de falar que sinto muita falta do meu six speed, meu kart com marcha!!". O clima do Brasil também fez João Paulo Oliveira sentir saudades. "Senti saudades da praia com minha família. A melhor coisa", diz o piloto, que voltou para casa duas vezes em 2004. "Nas duas vezes que fui, fiquei cerca de dez dias no máximo".
A família é o fator principal que pesa na saudade de quem mora longe. "Lógico que o que mais sinto falta é da família e dos amigos. Depois vem a praia e a água de coco! Ninguém é de ferro!", brinca Ruben Carrapatoso, que não tem uma 'regra' para poder voltar para casa. "Vou sempre quando temum grande intervalo e quando estou morrendo de saudades, mas na maioria das vezes não posso ir quando quero, por causas das datas das corridas. Mas são 'ossos do oficio'!". Thiago Medeiros também não segue uma regra. "Depende muito. No ano de 2004, voltei apenas uma vez, em junho, para passar duas semanas, e depois voltei somente quando a temporada acabou, em novembro, para passar dois meses entre o off-season e pre-season, natal e ano-novo. Aí voltei para os Estados Unidos no começo de janeiro". O que mais ele sente falta? "Da família e da comida", diz.
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