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A1 GP |
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Há quem a compare com a Fórmula 1, dizendo que isto é inevitável, mas as duas possuem muitas características diferentes. A começar que na A1 a vitória não é dada aos pilotos, e sim às equipes, representadas por um país. Lá, não vence o piloto 'X', mas sim o país 'X'.
O grande diferencial da categoria é fazer as pessoas torcerem para seu país, não para um determinado piloto. Muitas equipes optaram por manter praticamente o mesmo competidor a temporada toda, mas outras fizeram um revezamento, dando aos novatos de seu país a chance de adquirir experiência. E vimos muito isto: pilotos que começaram a temporada com desempenho razoável adquirirem bagagem ao longo da temporada e terminar o campeonato com bons resultados.
Muitos pilotos também se tornaram conhecidos no mundo todo graças à competição. E alguns conseguiram uma vaga na World Series, categoria de base com tradição na Europa, como foi o caso de Sean McIntosh (Canadá), Mikhail Aleshin (Rússia) e Hayanari Shimoda (Japão). Na mesma categoria teremos Alvaro Parente (Portugal) e Robbie Kerr (Grã-Bretanha), campeões da Fórmula 3 Inglesa e que fizeram um ótimo trabalho na A1 GP. Na GP2, veremos uma briga interessante: Nicolas Lapierre e Alex Premat, pilotos que deram o título para a França, disputam agora o campeonato da categoria em equipes diferentes.
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Outros nomes também até pouco tempo desconhecidos para o público do automobilismo e que fizeram um bom trabalho na categoria foram Stephen Simpson (África do Sul), Salvador Duran (México), Matt Halliday (Nova Zelândia), Michael Devaney (Irlanda) e Will Davison (Austrália).
Mas nem só de novatos vive a A1. A categoria reuniu pilotos que já competiram na Fórmula 1: Christian Fittipaldi, Ralph Firman, Alex Yoong, Jos Verstappen, Tomas Enge e Patrick Friesacher. Da atual F-1, vimos Scott Speed, titular da Toro Roso, e Neel Jani, 3º piloto da mesma equipe. Sem falar em pilotos do automobilismo norte-americano, como Tomas Scheckter, Bryan Herta, Patrick Carpentier, Darren Manning, Max Papis, Luis Diaz, Ryan Briscoe, Will Power, Marcus Marshall, Philip Giebler.
Foi bom também contar com países que não possuem tradição no automobilismo, como Líbano e Paquistão, que não tiveram um desempenho ótimo, mas marcaram presença nas etapas.
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