Fórmula 1     IndyCar  Fórmula GP2   
 World Series     A1 GP
Entrevistas          Fórum          Chat          Promoção           Colunas          Matérias Especiais
Comunidade Orkut Soloformula1 P�gina principal Contato
Agenda da Semana

23/11 - A1 GP
Sepang, Malásia
01h00 - Sprint Race
23/11 - A1 GP
Sepang, Malásia
05h00 - Feature Race

Automobilismo na TV
Mailing List

Parceiros

 

2. FOLHA DE BALANÇO

Superleague Formula
Carro do Olympiacos desfila diante dos torcedores do clube
Quem está pagando pelos custos da fundação? Os promotores? Os times de futebol? As equipes de corrida? Patrocinadores comerciais?
RW: "Os clubes de futebol não pagam nada. Eles não são recipientes. Os custos são todos bancados pela Superleague Formula. Inicialmente, o campeonato será uma situação de perda, mas somos afortunados o suficiente para assegurarmos um pacote de investimentos muito forte – investidores que acreditam que este é um conceito que será um sucesso."
AA: "É um investimento de retidão. Será financiado por investidores até o momento que a folha de balanço entrar no preto. Haverá um esquema de divisão de rendimentos entre as equipes de corrida, os clubes de futebol e a Superleague Formula."

Qual é a previsão para o projeto dar lucro?
AA: "A partir da terceira temporada. Para as duas primeiras temporadas, vamos estar no vermelho, enquanto financiamos o desenvolvimento e a promoção da categoria, e a partir do terceiro não, nosso objetivo é gerar fluxo de caixa positivo."

Há investimento suficiente para lançar o campeonato?
AA: "Com nossos investidores, podemos garantir a viabilidade de toda a primeira temporada, o que é o mínimo que precisamos para ter a categoria acontecendo. Nas temporadas 2 e 3, vamos precisar de algum crédito giratório para necessidades de capital e, na temporada 3, a Superleague Formula terá um positivo EBITDA (ganhos antes de interesses, taxas, deduções e amortizações). O campeonato está convidando futuros investidores individuais e de corporações visando dividir sua visão."

Superleague Formula
Carro do Olympiacos
Quais são os benefícios para os times de futebol?

AA: "Vários. Não é apenas o dinheiro que eles irão gerar. Eles estarão crescendo sua marca de forma igual, com engajamento extra dos fãs, uma nova ferramenta comercial e de comunicação e a possibilidade de competir contra antigos rivais em um ambiente novo e apaixonado. É um novo exercício de direção de imagem."

Com relação ao dinheiro, como os clubes irão pegar sua parte?
AA: "Eles terão uma parcela de rendimentos de várias formas: através de patrocínio em seus carros, licenciamento e direitos de televisão."

Qual é o fator mais crítico para tornar isso um sucesso? O dinheiro dos direitos de televisão? Patrocínios comerciais? O tamanho do público nos eventos?
AA: "Será uma combinação de vários fatores. Desenvolvemos um plano de negócios particularmente conservador, que é muito comercialmente orientado. Tem que ser vendido aos patrocinadores, às emissoras de televisão, telespectadores e espectadores. Estamos destinando todos esses aspectos e temos gerado muito interesse durante nossa pesquisa. Não é um único elemento, todas essas coisas têm que funcionar juntas para gerar valor adicional."

Tradicionalmente, o ônus está em equipes de corrida para gerar retorno operacional. Em que nível este será o caso quando a categoria estrear?
RW: "As equipes de corrida são acionistas nisso. Entre os anos três e cinco, elas estarão recebendo um terço do retorno líquido, o que é uma quantia substancial. Nos primeiros anos, haverá algum investimento, mas duvido que isso irá custar mais do que entrar em qualquer outro campeonato importante internacional. Analisamos os números e eu passei muito tempo discutindo eles com as equipes de corrida selecionadas. Vamos fornecer o primeiro carro livre de encargos, o que tira um grande peso delas. Os custos de motor estão sendo subsidiados, então não serão grandes. Nada como o preço de fazer a Champ Car, por exemplo, então muitos custos de capital estão sendo tirados. O fato de estarmos começando com um programa de seis corridas no final de 2008 provavelmente significa que vamos ter um programa duplo ou triplo – a competição da Superleague Formula e outro campeonato -, para que elas cubram seus custos com operações existentes. Acreditamos que podemos ser rentáveis após um ano, e substancialmente após o quinto ano."

Qual seria o maior investimento exigido pelas equipes de corrida?
RW: "Se você montar uma equipe de Fórmula 3 do zero, você tem que comprar carros, arrendar motores, negociar transporte e por aí vai... Na maioria dos casos, as equipes irão operar fora das premissas existentes, o que não irá causar nenhuma despesa extra, apesar delas poderem exigir pessoal extra. Em termos de custos de corridas, já olhamos os preços de carros reservas, danos de acidentes, etc, e é provavelmente muito similar aos de outras categorias. Fora os custos de capital inicial, como precisar de transporte extra talvez, é mais ou menos isso."
AA: "Os custos serão quase todos operacionais."
RW: "Tentamos manter os custos baixos conduzindo dois dias de eventos com corridas na Europa no início, impondo limites nos testes. A maioria deles será aos sábados de manhã, na frente de um público que irá aprecisar o som glorioso dos nossos V12. Acreditamos que estamos contendo os custos. Eles não são números malucos de modo algum."

 

 
ENTREVISTA EXCLUSIVA

Giedo van der Garde, campeão da World Series by Renault em 2008


ANIVERSARIANTES DO MÊS

04 - Bruno Junqueira
05 - Jaime Câmara
09 - Roldan Rodriguez
10 - Marco Barba

APOIO


 

© 2007 Copyright - Todos os direitos reservados
O conteúdo deste site não pode ser reproduzido sem autorização prévia.

Powered by NetPublish CMS